Tem coisas na vida que a gente faz por obrigação (a maioria). Tem coisas na vida que a gente faz por prazer (a minoria).
Um dos meus prazeres é escrever, pesquisar, descobrir, resgatar, registrar, comentar, discutir, lembrar e contar histórias sobre o Rio Branco.
Um clube que acompanhei in loco nos últmos 36 anos, 30 deles como jornalista, 25 como pesquisador, todos eles como torcedor.
Nesse tempo todo, fiz de tudo um pouco para alimentar este prazer que mais se assemelha a um vício.
Foram dezenas de cadernos especiais sobre o clube na imprensa de Americana, onde trabalhei por 25 anos. E centenas de conteúdos históricos.
Teve um filme, “Tigre de Americana, Uma Paixão Centenária”.
Teve o meu xodó, o livro “Almanaque do Rio Branco, o Embaixador de Americana”.
Tem perfil no Facebook, mais antigo, tem o do Instagram, mais recente.
Tem um canal no YouTube com centenas de vídeos antigos (e muito mais por subir).
Cadernos de jornais, filme, livro, redes sociais…
Faltava só uma coisa.
Que agora não falta mais, graças ao empenho e a dedicação do amigo Gabriel Pitor e o trabalho maravilhoso do Luis Cereda.
Eu não tenho dúvida alguma que, quem se aventurar nesse site, vai se encantar.
E nem precisa ser torcedor do Rio Branco.
Porque tem certos prazeres que não fazem sentido quando ficam guardados.
