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2008

A chegada da Talent’s

O primeiro ano após o inédito rebaixamento foi difícil. O clube sofria para encontrar um presidente e os reflexos foram sentidos dentro do campo. No final do ano anterior (17-12-2007), o clube chegou a fazer um acordo verbal com Michael Robin, ex-técnico de Internacional de Limeira e Guarani, para que ele dirigisse o time na Série A-2 e bancasse o custo da equipe durante o campeonato. Mas, no dia seguinte, ele recuou e o Tigre virou o ano sem técnico.

Por indicação de Ruy Scarpino, ex-jogador e ex-técnico do Tigre, o clube, que havia negociado com diversas pessoas, fechou com a Talent’s Sports, de São Paulo (31-12-2007), que assumiu todo o futebol do clube durante a Série A-2. Da venda de qualquer jogador, o Rio Branco ficaria com 70% e a empresa, 30%. Se algum jogador que a empresa trouxesse fosse negociado, o percentual se inverteria. Esses números ainda mudariam até a assinatura do contrato, no segundo semestre.

Assim, o Tigre só iniciou de fato a preparação para a Série A-2 já em 2008 (2-1-2008), ainda sem treinador, que só seria contratado três dias depois, quando Roberto Fonseca assumiu, sob o comando do manager Ruy Scarpino. Enquanto o profissional patinava, a base fazia bonito com uma bela campanha na Copa São Paulo de Futebol Júnior. Liderado pelo meia Felipe, o time do técnico Marquinhos Sartore só perdeu a primeira partida na competição na final, para o Figueirense, ficando com o inédito vice-campeonato (25-1-2008).

Técnico Marquinhos Sartore com os jogadores após a derrota para o Figueirense na final da Copa São Paulo de Juniores de 2008
Goleiro Alysson foi às lágrimas no Nicolau Alayon após a derrota na final da Copinha

Apesar do pouco tempo de preparação, o Tigre até que teve um início razoável na Série A-2. Fora de campo, convivia com problemas devido à falta de presidente. Isso fez com que a federação enviasse um documento ao clube alertando sobre a necessidade de o Rio Branco ter um presidente para representá-lo junto à entidade.

Em reunião no Conselho Deliberativo (26-2-2008), o Rio Branco definiu então que Armindo Borelli assumiria a presidência do clube a partir do dia 3 de março, o que de fato aconteceu, até 31 de julho. Para isso, Borelli deixou a presidência do Conselho e o vice Walter Bartels assumiu o órgão. O colegiado que havia sido instituído em 2007 foi, então, desfeito.

Em campo, o time chegou à penúltima rodada da Série A-2 com chances de classificação, mas acabou perdendo para o Atlético Sorocaba (30-3-2008). Na última rodada, ainda tinha remotas chances de cair, o que foi afastado com a vitória sobre o Olímpia (6-4-2008).

Formado no clube, Felipe comemora após empatar o jogo contra o Bandeirante em 19 de março de 2008

Para evitar o que aconteceu na virada de 2007-2008, o Tigre mudou o seu estatuto (26-6-2008) para que a eleição de conselheiros continuasse sendo em dezembro, mas a de presidente passando para junho e este assumindo o cargo em 1º de julho.

Tido como candidato único à presidência do clube, Borelli, às vésperas da eleição (4-7-2008), renunciou ao cargo entregando uma carta ao Conselho Deliberativo. Ele justificou que colocaram em dúvida sua idoneidade e da diretoria na negociação com a Talent’s. A motivação teria sido uma nota na imprensa dizendo que a negociação era muito estranha.

Sem Borelli, o dia da eleição à presidência do Rio Branco no Conselho Deliberativo (8-7-2008) chegou, de novo, sem candidatos. Assim, Bartels, presidente do Conselho, assumiu interinamente a presidência até 29 de julho, data para a qual foi marcada nova eleição. Mas, pela terceira vez, a eleição não aconteceu por falta de candidatos (29-7-2008). Conselheiros então sugeriram que Bartels continuasse na presidência até a assinatura do contrato com a Talent’s e que depois fosse marcada uma nova eleição.

O acordo com a Talent’s ainda passaria por novas mudanças até que o Tigre anunciasse (5-9-2008) o acerto final. Enfim, o contrato foi assinado (10-9-2008) após cerca de 60 dias de negociações. Sem dinheiro, o Rio Branco se livrava de um gasto de valores entre R$ 120 mil e R$ 150 mil mensais com o Departamento de Futebol, que passava a ser administrado pela Talent’s. O contrato assinado era de cinco anos, renováveis por mais cinco.

Torcedor acende velas na arquibancada, contra o Bandeirante, em 19 de março de 2008

O Tigre tinha direito a 20% de todos os jogadores negociados. Como parte da negociação, o Rio Branco ficou com 100% dos direitos de oito jogadores, sendo dois da categoria sub-20 (volante Rafael Santos e atacante Jean) e o restante da sub-17 (lateral Amaury, zagueiros Luan e Borges, meias Goiano e Hiago e atacante André Luiz). Além disso, ficou com 40% dos direitos do meia Tiago Silva, que havia sido um dos destaques do time no vice-campeonato da Copa São Paulo.

Com o contrato com a Talent’s assinado, o Tigre teve novas eleições no Conselho (4-11-2008). Bartels, que vinha acumulando a presidência da diretoria e do Conselho, derrotou Roberto Zacarias, que só se declarou candidato no dia, por 26 a 12, e iniciou um mandato-tampão na presidência do clube. O advogado José Antonio Franzin foi eleito presidente do Conselho.

Um caso curioso aconteceu no final do ano (14-12-2008). O lateral-esquerdo Juá (Anderson França da Silva), uma semana após ser contratado pelo clube, teria entrado pela janela na sala de administração, levando os contratos que havia assinado e outros documentos de inscrição na federação. O caso foi registrado no 1º DP (Distrito Policial) de Americana.

Foi em 2008 (28-9-2008) que o Rio Branco perdeu José Giacomo Amádio, o Jacó Amádio, presidente de honra e apaixonado pelo clube, do qual era sócio desde os 18 anos. Ele tinha 57 anos e foi vítima de infarto.

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