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Almanaque do Tigre
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Anos 1940

Estreia na Segundona

A década de 40 marcou a estreia do Rio Branco na recém-criada 2ª Divisão do Campeonato Paulista, mas os primeiros anos seguiram o que vinha acontecendo no final dos anos 30, com o Tigre disputando apenas partidas amistosas entre 1940 e 1942, ano em que o clube lançou a pedra fundamental para a construção de sua sede (27-9-1942).

O ano de 1940 ficou marcado também pela volta dos confrontos contra o rival Carioba, após cerca de uma década sem duelos. Foi justamente contra o arquirrival que o Rio Branco viveu alguns de seus principais momentos naqueles anos.

Em 1943, o Tigre enfrentou e venceu o Carioba três vezes para garantir o título de campeão de Americana e a consequente vaga no Campeonato Amador do Interior. No ano seguinte, o Tigre não teve a mesma sorte. Em três batalhas que ficaram marcadas na história do futebol de Americana, houve empate nos dois primeiros jogos e o Carioba venceu o terceiro por 3 a 1, deixando o Tigre fora do Campeonato do Interior.

O troco veio em 1945, com duas vitórias sobre o Carioba e mais um título de campeão de Americana. Naquele ano, o time fez boa campanha na zona B da 6ª região do Campeonato do Interior, conquistando o título após um empate com o Comercial, de Espírito Santo do Pinhal. Na final da 6ª região, o Tigre caiu diante do Bragantino, que seguiu para enfrentar a Ponte Preta na fase seguinte.

Jogadores do Rio Branco com uniforme de viagem nos anos 1940
Formação do final dos anos 1940, que jogou a 2ª Divisão paulista: Sebastião, Dilo, Santo Antonio, Jaú, Armandinho e Pepino (em pé); Danilo, Garcia, Osvaldo, Garro e Filipin
Linha de ataque do Rio Branco na 2ª Divisão de 1948, a primeira valendo acesso: Reis, Garcia, Osvaldo, Caio e Pereta

Após voltar a disputar o Campeonato do Interior em 1946, o Tigre foi um dos 14 times a disputarem a primeira Lei do Acesso, a 2ª Divisão do Campeonato Paulista, em 1947. Para definir quem jogaria a competição, a Federação Paulista de Futebol (FPF) levou em conta o histórico dos clubes, relevância das cidades e desempenho em ligas regionais. Naquele ano, ainda não houve acesso, que só começaria na temporada seguinte. O Rio Branco fez uma campanha ruim, melhor apenas que Francana, Botafogo e Palmeiras (Franca).

Em 6 de setembro de 1947, o presidente da FPF, Roberto Gomes Pedrosa, promulgou a Lei do Acesso, dando o prazo até 15 de outubro para que todos os clubes que tivessem interesse em disputar a competição do ano seguinte se manifestassem. O Rio Branco foi um deles.

Entre as exigências para os interessados estavam: filiação ininterrupta à FPF desde pelo menos 1944; ter pelo menos 500 associados; contar com praça de esportes própria ou de seu uso preferencial. A praça de esportes deveria ter: um campo gramado e nivelado com medidas regulamentares, cercada para evitar invasão e murada de forma eficiente; vestiários e chuveiros para os dois times e a arbitragem; capacidade para pelo menos 10 mil pessoas; entradas e saídas para jogadores e arbitragem sem contato com o público; lugar próprio para o juiz fazer seu relatório; sistema eficiente para venda de ingresso e saída dos torcedores. Além disso, deveria estar situada no perímetro urbano da cidade-sede do clube.

São Bento (Marília) 2 x 2 Rio Branco, pela 2ª Divisão de 1948
“Avante Rio Branco. A torcida aqui está” era um faixa que a torcida levava à Rua Fernando Camargo quando o Rio Branco jogava nos anos 40
“Avante Rio Branco. A torcida aqui está” era um faixa que a torcida levava à Rua Fernando Camargo quando o Rio Branco jogava nos anos 40. Santo Antonio (em pé), Guilherme e Bem antes de uma partida
Coleta, Nicolino e Joel Bertiê atrás de cartaz que acompanhava o Rio Branco
Goleiro Armandinho em lance de jogo

Quem estivesse ainda construindo o seu estádio seria aceito em caráter excepcional. Os clubes de fora da Capital ainda tinham de informar os meios de transporte, horários normais de viagem e preço das passagens por pessoa para quem quisesse chegar à sua cidade-sede.

Scarpin, o maior artilheiro da história do Rio Branco, como jogador do clube, no campo da Fernando Camargo

A Segundona teve então 42 participantes em busca de um lugar entre os principais times do estado. O Rio Branco, em nenhum momento, mostrou que poderia brigar pelo acesso, terminando entre os 14 times da Série Preta apenas na 8ª colocação. Isso se repetiu no ano seguinte, quando novamente o clube foi mero figurante, com a 5ª posição entre os 13 times da Série Vermelha e apenas a 12ª melhor campanha entre os 46 participantes. Seria a única Segundona que o Tigre disputaria nos 30 anos seguintes.

Após pular de casa em casa alugada e patinar na construção de uma sede ao lado da Fernando de Camargo desde os anos 20, enfim o clube lançou a pedra fundamental da construção da sede social, em 1942. Começaria então uma obra que durou anos, com a inauguração aos poucos do salão, das quadras e da piscina. Quando a sede social da Fernando de Camargo ganhou corpo, o estádio ao lado já não era mais do clube.

Em reportagem do jornal A Gazeta, de São Paulo (6-1-1945), era possível ter uma ideia da estrutura do clube à época: “Num movimento sadio de patriotismo, levanta cerca de seiscentos mil cruzeiros para a séde e campo do clube. Este possue, hoje, uma séde majestosa, com espaçoso salão de baile com 300 metros quadrados, com local para assistencia e palco cotado de piano, radio-vitrola munido de altifalante, grande bar com duas grandes salas, salão de ‘snoker’ com duas mesas, bilhar, déz saletas para associados, secretaria, pingue-pongue, grande sala onde vai ser instalada grande e moderna biblioteca e no mesmo terreno da séde, moderno campo gramado com arquibancadas e reservado dependendo apenas de aprovação do Conselho Deliberativo a construção de arquibancadas de cimento armado, campo de bola ao cesto, piscina e tênis” (grafia original). Segundo o jornal, o patrimônio era de cerca de Cr$ 1,2 milhão.

Reportagem especial sobre o Rio Branco em A Gazeta, de São Paulo, em 6 de janeiro de 1945

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